Se você bem se lembra (e não é preciso muito esforço pra isso) o Second Life é aquele jogo online que é uma mistura de jogo e site de relacionamento. Ele causou um tremendo fuzuê quando centenas de milhares de pessoas passaram a frequentar seus mundos virtuais. Aqui no Brasil mesmo, encontra-se uma enorme, senão a maior, população virtual do Second Life.
O problema é que alguns espertalhões acreditaram que esse jogo seria uma ótima oportunidade para empresas ganharem dinheiro, tanto que algumas passaram a investir forte no mundo virtual. Assim como empresas, pessoas começaram a adquirir seus Linden Dollars, a moeda local no mundo do Second Life, e com isso surgiram bancos, que ao contrário dos bancos de verdade, não passam pelo crivo de uma agência reguladora. Então, esse jogo ganhou tanta visibilidade e poluiu, por alguns meses, os canais de notícias – que deveriam estar falando de notícias de verdade.
Eis que em agosto do ano passado, os moradores dos campos virtuais verdejantes viram suas economias virtuais simplesmente desaparecerem. Tudo começou com o desaparecimento de alguns bancos, até que a Ginko Financial faliu, causando um prejuízo de mais de US$ 700 mil aos seus clientes.
O resultado?
A partir de 22 de janeiro, qualquer instituições financeira no Second Life deverá regulamentar as suas finanças diante de entidades governamentais. Do contrário, não poderá atuar no universo virtual online.
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Eu não acredito que não passou pela cabeça de ninguém que, se com fiscalização já roubam, sem seria muito mais fácil – tsc tsc tsc.
Fonte: G1

